A Diksha é experimentada de forma muito particular e cada pessoa vive o seu próprio processo. Em alguns casos, pessoas que receberam Diksha sentiram pressões na cabeça, sensações no corpo, afloraram sonhos, recordações e emoções passadas. Outros contam que sentiram um profundo bem estar, outros ainda tiveram insights altamente reveladores e uma nova compreensão do próprio processo pessoal.

Como se sabe, é milenar a afirmação de sábios, mestres e, atualmente, de cientistas da área de neurociência, que é no cérebro que ocorre a mudança para se atingir o despertar ou o pleno desenvolvimento de potencialidades humanas.
Nesse sentido é que Sri Bhagavan,  fundador do Onenes Movement, afirma que a Diksha é um fenômeno neurológico porque ela atua no cérebro na região dos lóbulos parietais e frontais.

Os lóbulos parietais são responsáveis pela orientação espacial e pelas sensações, incluindo a de estar separado de todas as coisas. Nos seres humanos, os parietais estão hiperativos e, portanto, dificultam o sentimento de pertinência, paz e Unidade. Os lóbulos frontais são responsáveis, entre outras funções, pela produção de hormônios como, por exemplo, a oxitocina, a dopamina e outros que são os hormônios da compaixão, do prazer e da alegria.  Atualmente, os lóbulos frontais estão pouco ativos no ser humano.

A Diksha atua, portanto, harmonizando as funções do cérebro, o sistema límbico, o neocórtex e a medula oblonga, chamada de esfera do criador. É a energia que trabalha incondicionalmente e silenciosamente sem que a pessoa esteja consciente dela.

Para saber mais sobre efeitos da energia Diksha, acesse artigos.

 

 

 

 

 

 

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